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sábado, 5 de setembro de 2009

Mundo de quem?

É ter muita coragem para pegar o lápis e, de fato, começar a escrever o que se sente. Às vezes parece que o mundo não foi feito pra mim, Há governantes incríveis que cravaram seus nomes por toda a História da humanidade, há grandes obras - escritas, pintadas, esculpidas, expressadas - que jamais serão esquecidas... Mas parece-me ligeiramente que eu seria esquecido pela História após dois meses de meu velório. E isso às vezes é bem angustiante. Queria conhecer todo de direito, para entender o misterioso processo de funcionamento dum país - e, eventualmente, manipulá-lo mais facilmente -; queria conhecer tudo de Filosofia, para conhecer o máximo dos pensamentos, sugestões, estilos de vida, enfim, que já foram desenvolvidos - e, quem sabe, criar uma corrente minha, ou desenvolver uma conclusão de tudo o que já foi tão pensado -; queria conhecer modelos e estilos artísticos, de todas as sete artes, e até aquelas que querem entrar para o time também - afim de me expressar de maneira magnífica e extraordinariamente criativa. Queria conhecer a Psicologia, as Letras... Enfim, queria MUITO isso tudo. Mas parece um pouco impossível. Teria de dedicar uns noventa anos de vida nisso, o que às vezes parece mesmo não valer à pena. Alguns parecem ter uma sorte inata. Mal nasceram e já influenciaram milhões e entraram para a História. Passam uma curta vida de diversões e, duzentos anos depois, lá estão as pinturas dos gênios sérios exemplares nos livros de História. Essas grandes obras, esses grandes governantes parecem muito fruto da sorte inata citada. Tá, o cara pode ter desenvolvido e aprimorado este dom, mas não foi o único que o fez em sua época. Nem só nisso o mundo parece extremamente hostil e seletivo, ainda por cima. A Felicidade parece uma utopia - na maioria das vezes, não passa de um excelente contentamento, enganação descarada. A inteligência morreu, e os burros fazem o maior sucesso, enquanto os inteligentes nunca são inteligentes o suficiente. De quem é a História?


Nem gostei desse texto... É só um pensamento meu pra iniciar o Blog!

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Um sonho...

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Talvez todos os filósofos desejem uma população disposta à reflexão. Um bom começo é um local onde as mentes se abriram bem antes dos carrancudos brasileiros sobaquentos.